Hoje ia sair um texto sobre outro assunto no blog, mas com a invasão do presidente russo Vladimir Putin à Ucrânia, achei melhor falar sobre outro assunto que, por incrível que pareça, ainda tem a ver com Resident Evil. Este é um texto escrito rapidamente e improvisado e pode ter erros de revisão.
Vocês se lembram, em Resident Evil: Condenação, qual era o contexto da estada do Leon na República Eslava do Leste (que vou chamar de REL), país fictício presidido por Svetlana Belikova? Bom, o nome do país diz muita coisa: é claramente um país do leste europeu, cujos nomes dos personagens e arquitetura da cidade são a clara sensação de que estamos em um país muito semelhante à Ucrânia ou um pedacinho da Rússia que se tornou um país à parte.
O que vemos no filme é uma guerra no Leste Europeu, próxima da Rússia e com participação tanto russa quanto norte-americana. Não é exatamente igual a o que estamos vendo agora, pois ali há uma guerra civil com intervenção de outros países, enquanto na Ucrânia real mesmo os conflitos internos já estavam relacionados com interesses externos, mas pode nos ajudar a pensar. Meu ponto não é fazer comparações forçadas ou dizer que cada grupo do filme representa um lado do conflito real (longe disso), mas apontar como os conflitos de jogos de interesse são complexos e que temos que ir muito além de dividir isso entre “bonzinhos e malvados”.
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